
Para quem não sabe – e é normal que não se saiba – o rapaz no centro da mesa chama-se Francisco Tavares e é o Representante dos Açores na Comissão Bilateral Permanente do Acordo das Lajes. Ele tem o melhor emprego do mundo, deve ter um bom ordenado e, basicamente, não faz nada. Aliás, o Governo dos Açores não faz nada em relação ao assunto das Lajes, deixando tudo nas boas mãos do Governo de Sócrates, esse belo amigo (do alheio).
Há alguns meses os açorianos foram apanhados de surpresa quando a imprensa nacional noticiou que, o então Ministro da Defesa Nuno Severiano Teixeira, tinha dado o aval de Portugal quanto à utilização dos Açores como base de treino para os caças americanos F-22 e F-35. Estava já tudo cozinhado entre americanos e portugueses. A questão resumia-se agora a arranjar uns estudos ambientais amigos e levantar algum pó para o ar para bloquear a vista dos açorianos.
O pó assentou e os açorianos querem saber como se vai processar esta coisa e que contrapartidas estão em jogo, agora que estão em risco de levar com um míssil ar-terra no seu quintal. Por isso foi chamado o sr. Bradford à Assembleia Legislativa Regional para dar explicações. Verdadeiramente incomodado com a insolência dos açorianos (como se sabe Bradford não está habituado a ser questionado) em quererem saber do assunto, o sr. Presidente-de-qualquer-coisa-wannabe chutou a bola para a frente.
Aqui a Faxineira já vos pode dizer qual vai ser o desfecho. Os americanos vão mesmo usar os Açores como base de treino. A contrapartida vai ser o Francisco Tavares ser convidado para uma croquete-party pelo Cônsul americano nos Açores. Acaba por ser uma boa negociação para o Governo dos Açores, pois dá utilização ao rapaz.
5-à-Sec, preparem-se, o Francisco vai levar a fatiota para uma lavagem a seco.
Há alguns meses os açorianos foram apanhados de surpresa quando a imprensa nacional noticiou que, o então Ministro da Defesa Nuno Severiano Teixeira, tinha dado o aval de Portugal quanto à utilização dos Açores como base de treino para os caças americanos F-22 e F-35. Estava já tudo cozinhado entre americanos e portugueses. A questão resumia-se agora a arranjar uns estudos ambientais amigos e levantar algum pó para o ar para bloquear a vista dos açorianos.
O pó assentou e os açorianos querem saber como se vai processar esta coisa e que contrapartidas estão em jogo, agora que estão em risco de levar com um míssil ar-terra no seu quintal. Por isso foi chamado o sr. Bradford à Assembleia Legislativa Regional para dar explicações. Verdadeiramente incomodado com a insolência dos açorianos (como se sabe Bradford não está habituado a ser questionado) em quererem saber do assunto, o sr. Presidente-de-qualquer-coisa-wannabe chutou a bola para a frente.
Aqui a Faxineira já vos pode dizer qual vai ser o desfecho. Os americanos vão mesmo usar os Açores como base de treino. A contrapartida vai ser o Francisco Tavares ser convidado para uma croquete-party pelo Cônsul americano nos Açores. Acaba por ser uma boa negociação para o Governo dos Açores, pois dá utilização ao rapaz.
5-à-Sec, preparem-se, o Francisco vai levar a fatiota para uma lavagem a seco.






















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